segunda-feira, 13 de maio de 2013

Dia das Mães

As mães merecem respeito e carinho de seus filhos 
As mães merecem respeito e carinho de seus filhos


No segundo domingo de maio comemora-se o dia das mães.
A data surgiu em virtude do sofrimento de uma americana que, após perder a mãe, passou por um processo depressivo. As amigas mais próximas de Anna M. Jarvis, para livrá-la de tal sofrimento, fizeram uma homenagem para sua mãe, que havia trabalhado na guerra civil do país. A festa fez tanto sucesso que em 1914, o presidente Thomas Woodrow Wilson oficializou a data, e a comemoração se difundiu pelo mundo afora.
As mães são homenageadas desde os tempos mais antigos. Os povos gregos faziam uma comemoração à mãe dos deuses, Reia. Na Idade Média os trabalhadores que moravam longe de suas famílias ganhavam um dia para visitar suas mães, que os ingleses chamavam de “mothering day”.
Mãe é a mulher que gera e dá à luz um filho, mas também pode ser aquela que cria um ente querido como se fosse sua geradora, dando-lhe carinho e proteção.
As mães merecem respeito e muito amor de seus filhos, pois fazem tudo para agradá-los, sofrem com seus sofrimentos e querem que estes estejam sempre bem.
Com o passar dos anos, o dia das mães aqueceu o comércio de todo o mundo, pois os filhos sempre compram presentes para agradá-las e para agradecer toda forma de carinho e dedicação que recebem ao longo da vida.
Nas diferentes localidades do mundo, a comemoração é feita em dias diferentes. Na Noruega é comemorada no segundo domingo de fevereiro; na África do Sul e Portugal, no primeiro domingo de maio; na Suécia, no quarto domingo de maio; no México é uma data fixa, dia 10 de maio. Na Tailândia, no dia 12 de agosto, em comemoração ao aniversário da rainha Mom Rajawongse Sirikit. Em Israel não existe um dia próprio para as mães, mas sim um dia para a família.
No Brasil, assim como nos Estados Unidos, Japão, Turquia e Itália, a data é comemorada no segundo domingo de maio. Aqui, a data foi instituída pela associação cristã de moços, em maio de 1918, sendo oficializada pelo presidente Getúlio Vargas, no ano de 1932.

não adianta só falar

Criança africana com aspecto de profunda subnutrição. 
Criança africana com aspecto de profunda subnutrição.

A fome pode ser expressa de duas formas: aberta ou epidêmica; e oculta ou endêmica.
A fome aberta ocorre em períodos em que acontecem guerra em um determinado lugar, desastres ecológicos ou pragas que compromete drasticamente o fornecimento de alimentos, isso ocasiona a morte de milhares de pessoas.

Atualmente esse tipo de fome não tem ocorrido. Hoje existem vários organismos humanitários que fornecem alimentos às áreas afetadas por conflitos.

A fome oculta possui outra característica, é aquela no qual o indivíduo não ingere a quantidade mínima de calorias diárias, o resultado disso é a desnutrição ou subnutrição que assola 800 milhões de pessoas em todo mundo.

A subnutrição fragiliza a saúde, tornando a pessoa acessível a doenças. Houve uma diminuição relativa no mapa da fome, mas a realidade ainda é alarmante.

Observando esse panorama, nota-se que a fome ou subnutrição não é decorrente da produção insuficiente de alimentos, pelo contrário, ano após ano a produção tem aumentado o volume, e é fato que a produção de alimentos é mais do que suficiente para suprir as necessidades da população mundial.
Veja Mais!
Fome, miséria e altos impostosA elevada carga tributária pode contribuir para o aumento da forme.
Thomas Malthus
Teoria ligada ao equilíbrio entre produção de alimentos e população.
Fome oculta
Causada pela má alimentação do indivíduo.

sexta-feira, 10 de maio de 2013

"é bom sorrir"





























Paz não é a ausência de guerra.É uma virtude, um estado mental, uma disposição para a benevolência, confiânça e justiça

Paz não é ausência de guerra, paz é inteireza”

“Paz não é ausência de guerra, paz é inteireza”. Quando ouvi essas palavras pela primeira vez, me senti assustada e confusa. Afinal a minha principal mascara até então sempre tinha sido essa: “não vou brigar, discutir, porque não quero me desarmonizar, não quero desarmonizar os outros, eu sou da paz, á vitima que sofre para não incomodar”.
Não era a verdade, eu não “brigava”, não expunha a minha vontade, minha opinião, não dizia o que queria, por dois motivos: o primeiro era o medo, que colava os meus lábios e não me deixava abrir a minha boca em nenhuma situação. O segundo é que em minha baixa auto-estima eu adorava o papel de vitima, de coitadinha, de sofredora incompreendida por todos... Aquela que sofria em silencio.
Procuramos não conhecer os nossos defeitos por medo de não sermos nada além de nossas limitações, mas também procuramos não conhecer a nossa divindade inata, por medo de perdermos a noção confortável e circunscrita de quem somos. Acreditamos que nossa personalidade é delimitada e restrita pela superfície da nossa pele, é a nossa identidade, e por isso resistimos a idéia de sabermos mais sobre quem somos. Temos medo de sondar as nossas profundezas, onde somos muito mais do que a experiência normal que temos de nós mesmos.
Não existe certo ou errado, só existe o que existe. Você deve está se perguntando: Então não é errado roubar, mentir, matar? As pessoas que cometem tais atos o fazem por medo, vergonha ou culpa. É errado sentir medo, vergonha ou culpa? As pessoas fazem as coisas quer julguemos que estejam certas ou não, nosso julgamento não as fazem parar. Quando julgamos o que fizeram na realidade, estamos lhes dizendo às condições que impomos para amá-las. Caso façam o que esperamos delas, nós as amaremos. Mas se as julgamos erradas e ficamos com raiva delas, as ameaçamos com a possibilidade de deixarmos de amá-las.
Uma pessoa sem amor é uma pessoa amedrontada, e o medo é capaz de fazer coisas pouco amorosas. Tememos tudo aquilo que não nos é familiar e não compreendemos. As pessoas são escravizadas por causa do medo, pessoas são espancadas, humilhadas, destruídas por medo. Nós sabemos disso perfeitamente. Quando nos descontrolamos buscamos controle. Quando estamos impotentes buscamos poder. Muitas de nós somos mortas quando o monstro que escolhemos viver decidiu buscar o controle da situação.
Levei muito tempo para aprender que o vazio que sentia dentro de mim, era falta de amor. Vivia cheia de ressentimentos, sentindo-me uma citadinha, vitima de todos que se aproximavam, me sentia explorada, e usada... Acreditava que não existia outra opção na vida a não ser aquela cheia de infortúnios, magoas, dores e misérias. Foi preciso reunir muita coragem para conseguir olhar para os meus bloqueios e identificá-los, e depois muito depois chegar ao amor.
Nossos pensamentos negativos que são ecos de vozes que carregamos desde a nossa infância. Faz-nos ter uma auto-imagem negativa que é resultada de terríveis acontecimentos na nossa infância ou de comentários depreciativos que nos forma repetidos por um longo período. Temos que trazer a tona e reconhecermos esses padrões negativos de pensamentos, para só assim enfrentarmos a vergonha e o medo da aniquilação que nos acompanha constantemente.